Atendimento clínico para adultos com ansiedade, sobrecarga emocional, burnout e depressão. Avaliação psicológica criteriosa e processo transparente. Presencial em São Paulo (Vila Mariana, Moema e Bela Vista) e online.
Se você se reconhece em alguns desses pontos, vale prestar atenção:
Em algum momento, isso aparece como ansiedade, insônia, irritabilidade ou esgotamento. Não é por falta de autocontrole ou por fraqueza. Mas por ser a forma como o seu corpo comunica que algo precisa ser olhado com atenção.
E quando isso se repete por semanas ou meses, a intensidade aumenta e começa a afetar sua vida, é importante buscar saber o que está acontecendo por trás dos sintomas.
Antes de procurar terapia, quase todo mundo tenta resolver sozinho. Geralmente com algumas dessas estratégias:
Essas tentativas são comuns e fazem sentido. Porém, elas não atingem o que sustenta o quadro. Por isso o sintoma volta, ou se transforma em outro.
Mas podemos lidar com isso por outro caminho: investigando, clinicamente, como o problema se sustenta; quais fatores que o mantêm; e trabalhar sobre cada ponto dentro de um plano de tratamento.
A TCC é uma abordagem clínica validada por décadas de pesquisa. É indicada como tratamento padrão
ouro para ansiedade, depressão, burnout e diversos transtornos de ansiedade pelas principais entidades de saúde mental do mundo.
Ela trabalha em três frentes integradas:
Identificar os padrões mentais que mantêm o problema.
Entender como esses padrões afetam o que você sente.
Construir respostas mais funcionais no dia a dia.
Não é autoajuda. Não é coaching. Não é “papo motivacional”.
É um processo clínico com objetivos definidos, etapas claras e progresso mensurável.
O tratamento acontece em quatro etapas. Cada uma com função clínica definida e momento próprio dentro do processo.
O trabalho começa investigando o que está acontecendo com você. As sessões iniciais têm caráter avaliativo, e são um trabalho clínico ativo. Com escuta dirigida e leitura técnica contextual.
A avaliação psicológica integra entrevistas, testes e observação clínica para compreender o funcionamento do paciente: sintomas, história, vínculos, personalidade, etc. Com isso identificamos as potencialidades, capacidades e necessidades pessoais dele, orientando o tratamento com mais precisão.
É também nessa etapa que se faz o rastreio clínico: mensuração de índices e sinais que possam indicar quadros psicopatológicos diversos.
A partir dos dados da avaliação, é construída uma conceituação cognitiva do caso: uma leitura técnica de como pensamento, emoção, comportamento e contexto se inter-relacionam para sustentar os sintomas atuais. Essa leitura é apresentada e discutida com você.
Sobre essa base, é construído o plano de tratamento, com prioridades clínicas, objetivos, indicadores de progresso e as técnicas mais indicadas para o caso. Esse plano não é rígido, ele é revisto ao longo do processo, conforme a sua evolução e as sessões de feedback.
Ao longo das sessões semanais, trabalharemos sobre os objetivos definidos e outras eventuais queixas que surjam. Nelas, utilizaremos técnicas da TCC, como: reestruturação cognitiva, exposição e prevenção de resposta, ativação comportamental, entre outras. Sempre vinculadas ao seu plano de tratamento.
A cada 3 meses, uma sessão é dedicada ao feedback clínico. Nela são revisados os avanços, fatores de manutenção, padrões observados e hipóteses em curso. Além disso, você tem espaço para avaliar o processo, a condução do trabalho e sua própria evolução, redefinindo objetivos, se necessário.
Também é o momento em que se compara como você estava no início e como está agora, e é quando se decide em conjunto o caminho dali para frente.
Não é uma terapia sem fim. É uma terapia com direção clínica. Quando seus objetivos são alcançados e você desenvolve mais sua autonomia e resiliência psicológica, você recebe alta.
Tudo isso pode ser pensado como montar um quebra-cabeça do funcionamento da pessoa. Não para rotular, mas para ter um mapa claro do que está em jogo. A partir do mapa, fica mais simples decidir o que precisa ser resolvido. E o paciente sai de cada feedback com mais consciência sobre si e mais autonomia para agir.
Sobre o Especialista
CRP 06/231401
Felipe Gandra é psicólogo clínico, com atuação orientada pela Terapia Cognitivo-Comportamental e em especialização em Neuropsicologia pela USP. Membro da Sociedade Brasileira de Neuropsicologia e do Instituto Brasileiro de Avaliação Psicológica. Atende adultos com quadros de ansiedade, burnout, depressão, e outros transtornos de humor e de ansiedade.
CRP
06/231401
Especialização
Avaliação Psicológica
Psicologia Baseada em Evidências
Sobre o Especialista
Felipe Gandra é psicólogo clínico (CRP 06/231401), com atuação orientada pela Terapia Cognitivo-Comportamental e em especialização em Neuropsicologia pela USP. Membro da Sociedade Brasileira de Neuropsicologia e do Instituto Brasileiro de Avaliação Psicológica. Atende adultos com quadros de ansiedade, burnout, depressão, e outros transtornos de humor e de ansiedade.
CRP
06/231401
Especialização
Avaliação Psicológica
Psicologia Baseada em Evidências
Cinco escolhas clínicas sustentam o meu trabalho:
Por videochamada, com a mesma estrutura clínica do presencial. Indicado para quem mora em outras
cidades ou países, viaja com frequência ou prefere atendimento sem deslocamento.
Cada sessão dura 50 minutos. A frequência costuma ser semanal, especialmente no início. Conforme o trabalho avança, ela pode ser ajustada.
Como referência, um processo costuma se desenvolver ao longo de 6 a 12 meses. Não é uma regra: o tempo depende da complexidade do caso, dos objetivos definidos e do nível de engajamento no processo. O que se mantém constante é o método. O trabalho é conduzido para
gerar clareza sobre o seu funcionamento e estruturar um plano consistente. Isso faz com que a evolução aconteça de forma direcionada, sem virar processo difuso.
O cansaço se resolve com pausa. Quando os sintomas persistem além do descanso, três marcadores ajudam a decidir: tempo (mais de três semanas), intensidade (vai aumentando) e frequência (volta de forma recorrente). Quando os três aparecem juntos, vale uma avaliação clínica.
Nem sempre a terapia corresponde às expectativas iniciais. Isso pode depender do vínculo, do momento de vida, da abordagem e da clareza sobre o que está sendo trabalhado. Por isso, eu conduzo o processo com avaliação inicial criteriosa, objetivos definidos e sessões periódicas de feedback, para ajustar a rota quando necessário e evitar que o tratamento siga sem direção.
Avaliação psicológica é um processo estruturado de investigação de fenômenos psicológicos, composto de métodos, técnicas e instrumentos, com o objetivo de prover informações para a tomada de decisão clínica. É feita com testes, inventários, observação, etc. e leva em conta diversos aspectos da pessoa: história de vida; histórico de saúde; contexto social e cultural; entre outros. É um estudo planejado, com procedimentos escolhidos conforme as demandas e finalidades de cada caso. A avaliação serve para vários propósitos: orientar a direção do tratamento, criar uma base clara para acompanhar o progresso ao longo do processo e, principalmente, identificar potencialidades do paciente que serão recursos importantes na evolução do quadro.
Psicodiagnóstico é uma investigação clínica focal mais aprofundada, indicada quando há dúvida diagnóstica ou suspeita de quadros mais complexos. Seu objetivo é prover um diagnóstico psicológico específico, descritivo e diferencial, para que seja possível dar um prognóstico dos sintomas e planejar tratamento e intervenções terapêuticas adequados (muitas vezes multidisciplinares) que garantam a melhor evolução possível do quadro.
É o melhor caminho para se ter certeza. Sintomas de TDAH e ansiedade podem se sobrepor: dificuldade de concentração, agitação interna, dificuldade de organizar a rotina podem aparecer nos dois. É comum chegarem à clínica pessoas com a hipótese de TDAH que, depois da avaliação, mostram um quadro de ansiedade, e vice-versa. Por isso a investigação cuidadosa importa antes de qualquer conclusão.
As sessões de feedback ajudam você a enxergar com clareza o que já mudou, o que ainda precisa de atenção e para onde o tratamento deve seguir. É o momento de alinharmos expectativas, ajustarmos objetivos e revermos juntos se a terapia está fazendo sentido para você. Isso mantém o processo transparente e direcionado, com utilidade na sua vida real, não só dentro da sessão.
Atendo crianças a partir dos 7 anos e adolescentes. Quando a ansiedade afeta a vida da criança ou do adolescente é importante uma leitura cuidadosa do caso. O acompanhamento envolve os responsáveis e, quando necessário, também a escola. Entre em contato para entender se esse cuidado faz sentido para seu filho.
Sim. A literatura científica mostra que, para a maior parte dos quadros tratados (ansiedade, depressão,
burnout), o atendimento online por videochamada apresenta resultados equivalentes ao presencial,
desde que conduzido adequadamente.
É o início da avaliação. Você fala sobre o que está acontecendo, eu escuto e começo a mapear o quadro.
É dar espaço para você trazer o que sente. O objetivo é começar a compreender o caso antes de propor
qualquer intervenção.
Se você chegou até aqui, provavelmente algum desses pontos fez sentido pra você.
Não precisa decidir nada agora. Mas também não precisa esperar piorar para começar a entender o que está acontecendo. Você pode agendar uma primeira sessão, me contar sobre você e entender como conduzo o trabalho. Nesse encontro, eu te escuto; explico o processo terapêutico; e avaliamos, com cuidado, se minha abordagem faz sentido para o seu caso. Depois, você tem total liberdade para decidir se quer continuar.